El “Centro de Poesía Visual”, es un centro de documentación del experimentalismo poético contemporáneo, ubicado en la localidad de Peñarroya-Pueblonuevo desde octubre de 2005.

Es un Centro de carácter público, que depende de la Concejalía de Cultura del Ayuntamiento de Peñarroya-Pueblonuevo, y que cuenta con la colaboración de la Diputación Provincial de Córdoba. Es centro referente de esta forma de arte contemporáneo y también una propuesta cultural dentro y fuera de España.

Como centro de documentación y estudio dispone de bibliografía especializada y documentos originales, así como una muestra amplia de revistas experimentales y revistas-objeto. Así mismo dispone de una sala de exposiciones con poemas visuales y poemas objetos internacionales. Como lugar de consulta dispone de un amplio archivo de autores y estilos.

Como centro de documentación vivo es productor de diferentes publicaciones que ven la luz diariamente en su “Revista electrónica de Poesía Visual” o trimestralmente con la revista “eiffel Terrible y cuatrimestralmente con la revista ensamblada “Grisú”, entre otras.

sábado, 31 de julio de 2010

CCBNB- Fortaleza abre exposición del artista José Patricio

CCBNB-Fortaleza abre mostra do artista pernambucano José Patrício, com curadoria de Paulo Herkenhoff



- título da exposição: José Patrício: O Número

- artista: José Patrício

- curador: Paulo Herkenhoff

- data de abertura: 10 de agosto de 2010

- período de visitação: 11 de agosto a 30 de setembro de 2010, entrada gratuita

- local : Centro Cultural Banco do Nordeste Fortaleza
Rua Floriano Peixoto, 941 - Centro
Fortaleza - Ceará

(85) 3464-3108

- cultura@bnb.gov.br
www.bnb.gov.br/cultura

- horários de funcionamento: terça-feira a sábado, de 10h às 20 h - domingo, de 10 às 18h

José Patrício é um artista do Número. Com jogos de dominó e dados, quebra-cabeças ou grandes quantidades de objetos, como botões e contas de colar, ele cria sua linguagem do número. No entanto, é necessário olhar mais adiante. Estamos diante de jogos, de regras, códigos, quantidades, formas, sólidos geométricos, o zero e o ilimitado. A matemática organiza e até dirige a vida contemporânea. Na sociedade moderna, tudo é número: os cálculos de nossa vida, movimentos da sociedade são medidos (como a opinião), na política (o voto), sem falarmos da economia (a produção, o acúmulo etc.) e da ciência. Esta exposição nos lança algumas questões em termos filosóficos.

Jacqueline Medeiros
Coordenação de Artes Visuais, Escola de Cultura e Seminários de Arte
Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza
(85) 3464-3184 fax(85) 3464-3177

Luciano Sá
Assessor de Imprensa
Banco do Nordeste
Ambiente de Gestão da Cultura
Tel.: 85 3464-3196 / 8736-9232
lucianoms@bnb.gov.br

viernes, 30 de julio de 2010

Inauguración de L'ovella vermella, el Centre d'Art d'Acció del Tarragonès CAAT con el festival Per-formate 2010

Per-formate 2010

La Riera de Gaià, Tarragona. 10-16 julio 2010
http://www.performate.org/



Siempre es de celebrar la apertura de un nuevo centro dedicado al arte, en
este caso la performance, y mucho más si ello ocurre fuera de las grandes
urbes, donde se concentra la oferta cultural. La Riera de Gaià, un pequeño municipio situado a pocos kilómetros de la ciudad de Tarragona, acaba de inaugurar L'ovella vermella, el Centre d'Art d'Acció del Tarragonès CAAT con el festival Per-formate 2010 (que va por su segunda edición), celebrado entre el 10 y el 16 de julio.



L'ovella vermella es un espacio para la muestra, documentación y formación de nuevos creadores, para la difusión y la reflexión alrededor de esta práctica artística, con la intención de vincularse a los agentes sociales y habitantes del municipio que los acoge, pero también crear conexiones, intercambios y enlaces con otros festivales y centros similares a nivel internacional. La dirección artística corre a cargo de Joan Pascual y Pedro Alva con la colaboración técnica de Álex Manríquez y Ramon Civit.

Parece que de forma progresiva el arte contemporáneo va abriéndose paso
en las comarcas de Tarragona, con eventos de índole muy diversa que nos
permiten disfrutar de manifestaciones artísticas actuales. Ya hace unos años que funcionan el Priorat Centre d'Art o Passanant Foto, en la primavera de este mismo 2010 se ha inaugurado Forès. Poesia i Música y ahora el CAAT, con la consolidación del Per-formate.


Pedro Alba, Joan Pascual y el alcalde de la Riera de Gaià presentando la jornada


A lo largo los 7 días que ha durado el festival se ha podido ver o asistir a
performance en directo, talleres, pases de vídeo documentando performance, video acciones y exposiciones. El Taller del Sol estuvo allí,
participando de la jornada de clausura y, entre otras cosas, pudimos
contemplar la exposición de collage Kinesis de Pep Serra, en la que se
reflexiona sobre la representación que del cuerpo se hace en la publicidad;
estuvo disponible para consulta el fondo documental actual del centro, con
libros, revistas y vídeos de o sobre performance; se ató a dos personas para
que realizasen acciones cotidianas juntas (como propuesta de Franzisca
Siegrish);



Una metáfora sobre el espíritu del festival y del CAAT

Sergi Quiñonero realizó delante de la Iglesia su acción Sin título;


la israelí Noa Reshef presentó personalmente su proyecto de vídeo acción
por capítulos sobre el desnudo;


Pedro y Noa, al fondo la obra La fotografia com acció de Pep Escoda
y, finalmente, se visionó el trabajo de la brasileña Marcela Antunes y el del
colectivo lisboeta Volte Face.

Deseamos larga vida para este proyecto, que se consolide como un espacio
estable y que pueda ver cómo sus propósitos llegan a término. Lo
necesitamos.

Sergi Quiñonero, juliol 2010.


Fotografías: Isabel Jover, 16-7-2010

Entrevista Thello d`Barros en Verbo21.

Tchello d'BarrosPDFImprimirE-mail
Dom, 25 de Julho de 2010 09:45

Tchello d'Barros - Brunópolis (SC), 1967 é escritor, artista visual e viajante. Residiu em 12 cidades, percorreu 20 países em constantes pesquisas na área cultural e desde 2010 está radicado em Belém/PA, onde produz obras em desenho, pintura, infogravura, fotografia, instalação e poesia visual. Publica textos regularmente em jornais, revistas, sites e eventualmente ministra palestras, oficinas literárias e cursos de desenho.

Na Literatura, publicou 5 livros de poesia e vários cordéis. Também publicou contos, crônicas e artigos em mais de 30 coletâneas e antologias. Foi sócio-fundador e presidente da Sociedade Escritores de Blumenau, tendo criado e realizado diversos projetos literários. Foi ainda idealizador e um dos coordenadores do Fórum Brasileiro de Literatura.

Nas Artes Visuais, participou de mais de 60 exposições, entre individuais e coletivas. É curador independente, tendo realizado várias mostras individuais e coletivas. Como designer, desenvolveu criações gráficas para agências de publicidade, desenhos para a indústria têxtil e ilustrações para o meio editorial.





Lima Trindade
– Você é um artista multifacetado. Fale um pouco da sua formação. Sempre pensou em ser artista?

Tchello d’Barros – Vez em quando me é apontada essa característica da multifacetação, uma certa versatilidade pelo fato de os trabalhos serem apresentados em diversas linguagens nas artes visuais (desenho, pintura, gravura, fotografia, vídeo, instalação). E na literatura existe ainda uma produção tanto em Prosa (contos, crônicas, artigos) quanto em Poesia (versos livres, sonetos, haicais, poesia visual, cordéis). Apesar de rotulado eventualmente pelo vocábulo genérico de ‘multimídia’, vejo tudo apenas como Literatura e Artes Visuais, só que diluídas em algumas modalidades, e para cada uma delas houve um estudo teórico e um preparo técnico. Talvez as asas sejam um pouco diferentes mas o voo é o mesmo. Estudar é preciso, seja academicamente ou como autodidata. Até estive numa faculdade de Letras e por lá fiz uns cursos em artes visuais e história da arte também, mas o que de fato apreendi foi e continua sendo das inúmeras leituras, pesquisas e experimentações. E continuo estudando. Bem, não é que tenha pensado em me tornar artista, digamos assim, apenas que quando me dei conta, as pessoas estavam publicando meus escritos por aí e expondo meus desenhos e fotografias. Acho até que comecei tarde, já com 25 anos, quando morava em Blumenau (SC) em 1.993 d. C.

LT – E quais foram suas maiores influências? A televisão e o cinema estavam entre elas?

Td’B – As referências foram e são incontáveis. Da televisão quase nada, inclusive já fui apresentador de programas de televisão e hoje esse formato midiático parece quase que um instrumento alienador, pra não dizer imbecilizador, dada a baixa qualidade de seus conteúdos em geral. Do cinema, na condição de cinéfilo assíduo, é inevitável que algumas influências não se instalem na cachola, mas pelo que lembro a única referência que usei conscientemente foram as combinações cromáticas do filme Tron, cujo visual me impactou muito na adolescência e revi muitas vezes. Para além disso há todo um caudal de elementos referenciais, tais como o período áureo da escultura grega; as simetrias ocultas nas obras dos mestres do Renascimento; as HQs da infância, lembro agora da anatomia perfeita dos desenhos de Burne Hogarth; as impactantes gravuras de Gustave Doré, M. C. Escher e de Mucha; as obras dos precursores do Impressionismo; os Haigas nipônicos com seu rigor nas letras e imagens; a revolução da Pop Art; as invencionices de Duchamp; e, claro as coisas do meu tempo, onde citarei na arte contemporânea os brasileiros Eduardo Kac, um artista intermídias, as instalações mate-cromáticas de José Patrício e a pintura onírica do surrealista catarinense Telomar Florêncio, entre tantos outros.


LT
– Acredita que o fato de ter crescido durante a Ditadura Militar interferiu na sua sensibilidade e maneira de ver o mundo?

Td’B – O filósofo e educador Taine dizia que o homem é um produto do meio, mas afirmava também que cada um pode construir seu destino. Então, não vejo muitas referências no que faço em relação ao período da Ditadura, onde eu era apenas uma criança. Talvez valha mencionar que a educação que minha geração recebeu em escola pública, com enérgica disciplina, me parece superior aos padrões de muita escola particular de hoje em dia. E isso me foi um diferencial principalmente no que tange a produção em literatura, pois quando se aprendeu a escrever bem gramaticalmente, isso pode ampliar as possibilidades de uma escrita que se quer literária. Mas outra questão seria, quem sabe, o tom político que a arte respirava nesse período, as pessoas discutiam mais as questões sociais, ainda existia ideologia partidária, e muita coisa era traduzida na literatura, cinema, letra de música, pintura e mesmo no jornalismo cultural. Por outro lado, com nossa exposição diária à hiperinformação, que é a característica de nossos dias, nessa era digital, nessa idade-mídia em que vivemos, nos possibilita ampliar nossa visão de mundo o tempo todo. Hoje acho obsoleto tudo o que eu pensava ser absoluto.

LT – E a paixão pelo cordel, quando aconteceu?

Td’B – Alguns fatores me levaram ao cordel. O primeiro foi ter nascido e crescido no Sul do Brasil, onde temos a figura do trovador, versão sulina dos repentistas. Inclusive meu pai vez em quando duelava nos tradicionais desafios. Então eu já gostava da poesia de cunho popular, preferencialmente verbalizada, contada, cantada. Já conhecia os esquemas de ritmos, rimas e métricas, e até escrevia alguma coisa. Depois, estudando as formas-fixas na poesia, conheci os cânones do cordel, sua história e a obra dos principais expoentes. Lá por 2.004 d. C. fui morar na bela e ensolarada Maceió, de praias paradisíacas, onde conheci cordelistas do naipe de um Jorge Calheiros e a conhecida poeta Mariquinha, entre outros, sem falar nos encontros de cantadores e repentistas promovidos pelo Procópio. Desse contato maior com a literatura de cordel, iniciei uma coleção que fui montando em minhas passagens por todos os estados do Nordeste, chegando hoje à uns 500 exemplares. No meio disso tudo principiei a escrever alguns cordéis também, sendo um deles O Papagaio, que transpõe a narrativa do poema O Corvo, de Edgar Allan Poe, para uma praia do Nordeste (imaginei a Praia da Sereia, de Maceió).



Muros e baianas


LT
– Pensa que as poesias de origem popular, culta e visual divergem em valor e complexidade?

Td’B – No chamado senso comum, temos que a poesia aqui chamada de culta, seja ela clássica, erudita, seria uma literatura mais elevada, dentro do que uns chamam de alta literatura, outros mencionam ainda a “grande poesia”. Por outro lado, apesar dos muitos estudos acadêmicos sobre a riqueza da poesia de corte popular, muitos ainda associam tais modalidades à uma chamada “literatura menor”, ou ainda “arte menor”. No paralelo de tudo temos ainda de forma meio que marginal a Poesia Visual, que se abriga debaixo de um amplo guarda-chuva que se tem chamado de Poesia Experimental e cada vez tem recebido mais atenção de linguistas e semiólogos. Então, creio que as questões de valor e complexidade podem ser relativas, pois enquanto, por exemplo, cresce cada vez mais os admiradores de um Patativa do Assaré, por outro lado vemos alguns doutos da erudição praticando uma poesia hermética que consegue apenas botar os leitores pra correr, mais ou menos como vemos hoje em dia em algumas exposições que se pretendem de arte contemporânea. Pessoalmente penso que a questão da qualidade literária é um buraco mais embaixo. Alguns teóricos da literatura afirmam que a base de um poema é o ritmo, a cadência, enquanto uns mencionam as métricas e há quem defenda mesmo a rima. Para James Joyce, a linguagem era o mais significativo. Para Jorge Luis Borges, na poesia o mais importante seria a capacidade do poeta de criar metáforas. Auden acreditava na escolha do tema. Nosso José Paulo Paes dizia que “poesia é brincar com as palavras”. Então penso que a questão é ainda muito aberta e vai sempre depender sempre do arcabouço literário de cada leitor.

LT – Você acompanha a produção literária contemporânea? Curte blogues, twitters e outros baratos?

Td’B – Acompanho a produção literária do meu tempo desde antes do surgimento da Internet. Isso apenas se intensificou com essas novas mídias, o que não quer dizer que a produção atual tenha melhorado muito. O bom de tudo é que visitando uma plêiade de sites, blogues, e-grupos e redes sociais ficou mais fácil de descobrir novos bons poetas. Poetas surgem aos borbotões diariamente (ou pensam que são), mas bons poetas é algo mais raro. Mas foi a web que me possibilitou conhecer a poesia lapidada de um Cairo Assis Trindade, a palavraria voraz de um Artur Gomes ou os haicais inusitados de uma Chris Herrmann, poeta brasileira radicada na Alemanha. Interessa-me ainda a pluralidade de meios para veiculação do poema, seja mediante vídeos, scraps, e-mails, e-books, audio-books, animações, torpedos, impressões digitais, CDs e DVDs ou mesmo produções híbridas com outras linguagens. Recentemente publiquei uma versão de meu livro Letramorfose, que é composto de poemínimos direto no Twitter, são tuitadas poéticas, digamos. Quanto aos ‘outros baratos’, bem, seja lá o que forem, aposto neles, pois os livros mesmo, estão cada vez mais caros!




Os AS



LT
– O tempo que passou fora do país lhe deu uma melhor perspectiva do seu próprio lugar ou você se sente um nômade? Isso afetou seu trabalho?

Td’B – Do ponto de vista sociológico, ao que parece o brasileiro contemporâneo ainda não se livrou totalmente da síndrome de vira-lata, conforme apregoava o impagável Nelson Rodrigues. Em geral, qualquer compatriota que passe um tempo no Exterior, após a fase da novidade e das comparações, acaba reconhecendo o Brasil como um dos melhores países para se viver. É por isso que somos conhecidos como ufanistas. O Brasil é ruim? Pois muito pior sem ele. Isso quer dizer também que nos salta aos olhos os valores culturais que temos e nem nos damos conta com a devida importância. Gosto muito do exemplo de um artista como o alagoano Delson Uchôa, figura cosmopolita mas que soube olhar para a cultura popular de seu tempo e lugar. E a partir disso desenvolveu uma obra extemporânea, aliás, representando o Brasil com sucesso na recente Bienal de Veneza. Em meu caso, as viagens são parte de um projeto de vida, sigo na meta de conhecer um país a cada ano, mergulhando em sua cultura, visitando seus museus, galerias e bibliotecas. Creio que ampliar nosso repertório de vivências amplia nosso vocabulário de linguagens, sejam literárias ou visuais. Sobrevoar os misteriosos desenhos dos Nazca no Perú, descobrir a Cúmbia nas praias caribenhas ou estar diante de uma obra produzida por Michelângelo, são experiências que talvez não afetem diretamente o trabalho, mas é possível que nos melhorem em algo, pois somos a somatória de nossas experiências, mais o dia de hoje.

LT – Enquanto artista visual, o que lhe seduz numa fotografia?

Td’B – Talvez caiba mencionar que minha produção em fotografia, difere um pouco de algum fotógrafo convencional, isso porque essa arte da “escrita da luz” é para mim um exercício de linguagem que realizo com os recursos da pintura, principalmente. Enquanto alguns fotógrafos se preocupam com enquadramentos e ângulos, valho-me dos recursos como a composição, o claro-escuro, a perspectiva, as paletas de cores, etc. Apesar dos cursos e livros sobre fotografia, minha referência principal é a intuição. Se tenho hoje uma certa produção em fotografia de rua, é porque estudei essa modalidade, e soube da produção de um Henry Cartier-Bresson. Alfred Stieglitz, Man Ray e Pierre Verger são também ícones da fotografia que me alumbra. Atualmente pouco me comovem as inovações tecnológicas. Interessa-me a fotografia que possa contar algo de forma simples mas original.

LT – A manipulação da imagem por computador não destitui o status e a singularidade artística da fotografia?

Td’B – A fotografia atual passou a ser um dos protagonistas da era digital. É cada vez mais inevitável a manipulação digital, os tais tratamentos de imagem e a fotografia maquiada, “melhorada”. No campo da arte, há mesmo quem comente que a fotografia começa depois do clic, pois ela deve ser enquadrada, alinhada pela linha do horizonte, diagramada na regra-dos-terços, muitas vezes, sofrer variação em alguma cor ou ser convertida para o P&B, entre outras etapas para a foto ficar pronta para a impressão ou publicação, seja gráfica ou virtual. Sou adepto de uma fotografia mais realista, sem maiores pirotecnias digitais, pois sei que antes da parafernália tecnológica está o olho de um fotógrafo e sua abordagem poética sobre algum tema e é isso que todos queremos perceber numa boa fotografia.



Haicai para os Sem-Terra





LT
– Fale um pouco do seu projeto “Convergências”.

Td’B – No paralelo de tudo sigo com uma produção de imagens na modalidade da Poesia Visual, numa média de duas ou três criações por ano. São desenhos vetorizados em P&B que apresentam temas como sexualidade, espiritualidade, comportamento, afetividade, política, crítica social, entre outros. Além de veicular na web, essas criações participam de publicações e exposições, numa mostra itinerante que é o projeto “Convergências”, que por enquanto já foi apresentado em João Pessoa/PA, Maceió/AL, Blumenau/SC, Rio de Janeiro/RJ, Vitória/ES e Belém/PA. Outras cidades têm manifestado interesse em realizar a mostra, a idéia é mesmo que passe por todos os Estados desse imenso Brasil. E as imagens são sempre descartadas ao final, pois envio-as para o organizador local, por e-mail, FTP ou correio físico mesmo, e têm sido impressas em diferentes suportes, como lona vinil, PVC, acrílico, papel fotográfico, plotagem e adesivação na parede, por enquanto. Mas para além de exibir os trabalhos autorais, há também uma oficina que tem o intuito de divulgar essa modalidade que fica na fronteira entre a poesia e as artes visuais, além de estimular o surgimento de novos adeptos e criadores.

LT – O que vem pela frente: um livro, uma exposição ou ambos?

Td’B – Livros, exposições e viagens. É o que tenho produzido, é que quero continuar fazendo pelo resto de meus dias aqui nesse planetinha azul. Talvez não seja adequado mencionar exatamente o que se vai apresentar para breve, para não dissipar as energias, então, limito-me a contar que no momento estou fotografando algumas localidades amazônicas, e desenvolvo alguma produção literária baseada em suas lendas e culturas dos povos da floresta. Em que lugar do Brasil ou do mundo esses resultados serão apresentados? Bem, quem vim ver, verá... Não será demais dizer que, como a gente já está há algum tempo na estrada, há então já um trabalho paralelo de administrar o que já foi produzido, tipo adaptar as imagens ou textos para novos formatos, cuidar de direitos autorias, traduções, contratos, divulgação, adaptações, etc. Para além disso, é questão de seguir em frente e descortinar sempre novos horizontes, tantos os físicos quanto os metafóricos. Evoé!


Capoeirista

ENTROPÍA

LA REALIDAD VIRTUAL

Sólo la realidad de Internet hace que este barco funcione. Realidad no existente hasta hace
relativamente poco en la historia de las relaciones artísticas y asociativas culturales de la
humanidad. El Grupo de Arte Contemporáneo Entropía es una realidad construida y unida
por una red virtual que interrelaciona desde el artista del trópico canario hasta el artista galo
de Paris. Desde la epicéntrica Castilla, hasta la mediterránea Tarragona. En su extensa red
globalizada, océanos infinitos por donde navegar nuestro común y virtual barco. Ninguna
frontera que cruzar, ninguna patera en su mar… ¿O, en verdad somos todos emigrantes, y
recibimos inmigración en Internet?

Javier Navarta. Presidente del Grupo de Arte Contemporáneo Entropía


ESPECTÁCULO - INAUGURACIÓN. 30 de Julio 19h

Creación Plástica y musical en todas las disciplinas, un gran instante artístico de creación.
Quedará reflejado en una filmación; mientras se realiza el espectáculo, que se proyectará en
una pantalla. La cámara del cineasta estará conectada a un ordenador, cuyo regidor podrá ir
modificando y proyectando en otra pantalla. Las imágenes serán numeradas para que el
público pueda solicitarlas por correo electrónico, éstas se les enviará gratuitamente.(se
pueden pedir mientras dure la exposición del 30 de Julio al 29 de Agosto).En el ínterin del
espectáculo tres artistas de Entropía Isabel Jover, Pilar Bauman y Xavi Millán pintan un mural
en el escenario. Las obras de los artistas de Entropía e invitados que exponen en el Tinglado nº
1 están girando sobre el tema elegido,”Inmigración 1.0”.


Paco Muñoz Anglada. Comisario


INAUGURACIÓN

Artistas por orden de participación.

Paquita Gracia – soprano.

Tico de Angeles -guitarrista

Andres Barroso –rapsoda

Jesus Alvarez – guitarrista-. Colaborador

AngelTamayo -tenor

Antoni Garcia - cantautor

Ian Bermudez - cantautor

Fabio D`Agostino - guitarrista

Mireia Rojo - actriz

jueves, 29 de julio de 2010

Se presenta en el Ex Convento la antología de poesía visual de México y España.Guadalajara.México

Presentación de la antología Ojos que sí ven. Antología de poetas mexicanos y españoles. En la imagen, José Brú, Carmen Peralto, Dante Medina y Jorge Souza Foto:FOTO ARTURO CAMPOS CEDILLO


Durante el evento se proyectaron algunos de los poemas contenidos en la obra

RICARDO SOLÍS


Lupa


El día, 7 de julio, dentro del programa Miércoles Literarios que impulsa la Secretaría de Cultura de Jalisco (SCJ) a través de su Dirección de Literatura, se presentó el libro Ojos que sí ven. Antología de poetas experimentales españoles y mexicanos (Editorial Corona del Sur, Málaga –España–, 2010), una compilación a cargo de los escritores Dante Medina, José Brú y el español Francisco Peralto. La cita es en la Capilla Elías Nandino del Ex Convento del Carmen (Centro Histórico), en punto de las 20:30 horas.

En rueda de prensa celebrada , se dieron a conocer detalles del evento, el escritor Dante Medina relató cómo –tras una reunión en Málaga, España, con el poeta Francisco Peralto– se fraguó la idea de hacer “un libro” antológico “sobre poesía visual y experimental” que contuviera autores ibéricos y mexicanos. El sello editorial Corona del Sur, por otra parte, es –ante todo– “un taller de edición”, cuyos procesos pueden describirse como artesanales, de modo que esta antología es “un libro hecho a mano” y, por tanto, su precio es elevado en el mercado europeo (ronda los 30 euros).

Presente en la cita con medios, la diseñadora y poeta Carmen Peralto (hija del antologador español) destacó que la selección de autores ibéricos se basó “en tres antologías recientes” que se han publicado en la península, por lo que la cifra de poetas alcanzó los 30 autores (entre los cuales se encuentran “algunos clásicos”). El libro, señaló Peralto, producto de “una editorial pequeña” en la que “lo hacemos todo nosotros”, forma parte de “una serie de antologías de poesía visual” que su padre lleva tiempo realizando, lo que garantiza que estas ediciones van “a continuar”.

En este sentido, el escritor y académico José Brú aseguró que el poeta español financió la publicación “de su propio bolsillo” y que, del lado mexicano, incluye 23 poetas (una selección en la que –según había adelantado ya Medina– “predominan los jaliscienses” y, además, se integra por “poetas vivos”).

Respecto del poema visual, el autor de Tola apuntó que el género presenta “límites de definición un tanto movibles” ya que, en su opinión, se trata de “un tipo de poesía que decide no alinearse”, pues en él puede utilizarse la página “como un campo redondo” en el que la escritura “no está sujeta al rigor de la sintaxis”. En estos términos, es una “poesía para verse” (pero bajo la aclaración de que, aunque no toda poesía experimental es visual, toda la poesía visual sí es experimental).

Así, respecto del tópico, Carmen Peralto agregó que –de acuerdo con su experiencia– un poema visual “es divertido de hacer”, constituye “un terreno de libertad para transmitir un mensaje” en el que pueden unirse “la pintura, la imagen, la tipografía”; aunque siempre es un asunto que “cada poeta visual entiende a su modo”.

De este modo, para la presentación de Ojos que sí ven. Antología de poetas experimentales españoles y mexicanos no hubo muchos ejemplares a la venta (la edición consta solamente de 200 ejemplares pues, como establece Carmen Peralto, “para un libro hecho de esta manera es un tiraje largo” a lo que añade el hecho de que “no enfocamos nada a la venta”), salvo cerca de 15 que tendrán un costo –cada uno– de 300 pesos (“un precio muy subsidiado”, aclara José Brú, “porque cuesta por lo menos el doble”).


miércoles, 28 de julio de 2010

PRESENTACIÓN DEL PROGRAMA 5 DE BELLAMATAMÁTIC


El JUEVES 29 de Julio, con la intervención estelar de QUICO CADAVAL: PRESENTACIÓN DEL PROGRAMA 5 DE BELLAMATAMÁTIC EN MATADERO MADRID.(con gazpacho y banderillas)


CUÁNDO:
JUEVES 29 de JULIO a las 20:00 horas.
DÓNDE:
MATADERO MADRID (Paseo de la Chopera 14, Metro Legazpi)
QUÉ:
· BELLAMATAMÁTIC pone a la venta una nueva selección de ediciones bajo el lema URBANO EN VANO
BELLAMATAMÁTIC mantiene su aspecto exterior gracias a la intervención del artista cordobés Miguel Angel Moreno. (http://miguelangelmorenocarretero.blogspot.com/)

· La presentación contará con la actuación en clave dramática de Quico Cadaval y alguna de sus HISTORIAS PROHIBIDAS.
· Los asistentes serán agasajados con GAZPACHO y BANDERILLAS de la tierra.
BELLAMATAMÁTIC es una maquina expendedora automática permanentemente instalada en el hall de MATADERO MADRID que cambia regularmente sus contenidos en virtud de programas tematicos propuestos por La Más Bella. El Programa 5, que se desarrolla entre julio y diciembre de 2010, contiene ediciones seleccionadas bajo el lema URBANO EN VANO. Este Programa recopila una serie de ediciones en las que se reflexiona sobre las formas artísticas callejeras, la mayoría de ellas autoeditadas por los propios artistas, incluso alguna de ellas en forma de edición limitada y volatil al igual que su actividad plastica habitual en los muros en la ciudad. Además, URBANO EN VANO recoge ediciones que han reflexionado sobre lo urbano en el arte tanto desde el plano de la documentacion como en el de la reflexion y la critica.
Te Esperamos. LA MÁS BELLADiego Ortiz + Pepe Murciego

LA MÁS BELLA
Proyectos de acción y experimentación
editorialinfo@lamasbella.orgwww.lamasbella.org

martes, 27 de julio de 2010

PREMIO SARGANTAS DE POESIA VISUAL

PREMIO SARGANTAS DE POESIA VISUAL

Comunidad: Andalucía
Provincia: Valencia
Disciplina: Poesía Visual
Fecha de Entrega: 30/09/2010
Nº de Visitas: 272
Descripción

Podrán participar los autores/autoras nacidos o residentes en el ámbito del
Estado Español, siempre que sus obras no hayan sido premiadas ni publicadas
en otros certámenes ni en la convocatoria anterior a ésta
Para trabajos de creación poética, con plena libertad temática y técnica libre.
Máximo de dos obras por autor/autora.
Los originales irán sin firmar. En el dorso se anotará el título o lema de la obra.
y el formato deberá ajustarse a las siguientes dimensiones: mínimo A-4, máximo
de 30x40cm. Será preceptivo presentarlos sobre soporte rígido (cartón pluma)
y uno en formato digital (tiff, jpg, eps, freenad, illustrador, etc,) con la calidad y
resolución suficiente 300 dpi y en CMYK) para que -en caso de resultar premiadasea
posible su reproducción en el catálogo que se pretende editar de las obras
seleccionadas.
La dotación total del premio es de 1.500 euros, éste se repartirá de la forma
siguiente:
a) Primer premio: 1.000 euros.
b) Accésit 1: 250 euros.
c) Accésit 2: 250 euros.
De estas cantidades será deducido el IRPF que legalmente establezca la legislación
vigente.
El jurado será designado por la Comisión Informativa de Cultura del Ayuntamiento
de Chiva a propuesta de la Concejala de Cultura. El veredicto, inapelable, se hará
público en los medios de comunicación social, a través de la página web del
Ayuntamiento: www.chiva.es y será notificado a los participantes.

Las obras seleccionadas por el jurado serán expuestas en la sala de exposiciones
de la Casa de Cultura, del 29 de octubre al 12de noviembre de 2010. Como soporte
a la misma, se procederá a editar un catálogo con la reproducción de cada una de
las piezas que hayan sido objeto de selección. Cada uno de los artistas recibirá
cinco ejemplares del mismo.

El plazo de admisión de originales finaliza el día 30 de septiembre de 2010. Los
datos personales del autor/autora se presentarán en sobre cerrado aparte,
utilizando para ello el boletín de inscripción adjunto e indicando en el exterior del
sobre el lema o título de la obra así como el tipo de premio al que opta.
La entrega de premios tendrá lugar el día 29 de octubre de 2010. Las obras no
premiadas podrán ser retiradas en el plazo de 30 días siguientes al fallo del jurado,
o remitidos por la organización al artista conforme al modo elegido en boletín de
inscripción. (*)
El jurado podrá declarar desierto el premio, si estima que las obras presentadas
no reúnen la calidad necesaria.
El hecho de participar en este concurso supone la total aceptación de las bases.
Cualquier cuestión no prevista en las mismas, será resuelta a juicio del jurado.

(*) Los originales que el autor/autora no haya reclamado conforme a lo establecido
serán destruidos una vez transcurrido el plazo de tiempo antes referido (30 días)
Nota: La Casa de la Cultura de Chiva no se responsabiliza de los daños, pérdidas y/o deterioros que
puedan sufrir las obras presentadas al Certamen, no obstante, velará por su correcta conservación
durante su permanencia en las dependencias municipales,
Dr. Corachán, 2 · 46370 Chiva (Valencia)
Telf.: 96 252 21 29 · Fax: 96 252 14 36
e-mail: casacultura@chiva.es
www.chiva.es

lunes, 26 de julio de 2010

Lenguaje y arte visual protagonizan una doble muestra en Can Prunera




Metàfora es el título de la exposición de Salvador Martínez y también «lo que da sentido a la existencia». Así lo expresó el artista solleric ayer en el Museu modernista Can Prunera de Sóller, durante la inauguración de su muestra. En el mismo acto también se presentaron las obras ganadoras de la octava edición de los Premios de Poesía Experimental, que organiza la Diputación de Badajoz. En este caso se trata de una muestra de creaciones de poesía visual y experimental, que tienen en común la unión de lenguaje y arte visual.

Rogelio Araújo, director del centro, subrayó al inicio de su discurso que «es de gran importancia tener estas dos exposiciones en este museo, ya que la poesía experimental aporta variedad de géneros a esta casa». Araújo también destacó el «tremendo trabajo que viene haciendo la Diputación de Badajoz para la promoción de la poesía visual y experimental».

Por su parte, Martínez, admirador confeso de Joan Brossa, comentó: «Nos encontramos delante de una de las exposiciones más importantes de España». Sobre Metàfora , el poeta visual afirmó que su intención es «dar otro sentido a los objetos cotidianos, a los que normalmente no prestamos mucha atención». El artista relaciona su creación con la materia, que como su palabra indica, «tiene algo de madre y de cordón umbilical». Así, «quiero dar sentido a la existencia a través de esta materia», concluyó.

A la inauguración acudieron autoridades como Josep Lluís Colom, alcalde de Sóller; Joan Albertí, alcalde de Fornalutx, y Francisco Rodríguez, concejal de Hisenda i Pressuposts i Obres i Urbanisme de Sóller. También estuvieron Amador Pastor y Tomeu Oliver, consejeros del Ferrocarril de Sóller.

Algunos artistas tampoco quisieron perderse el acto. Entre otros, asistieron Aina Pastor, Cristian Karis, Eva Panadero, Camila Huisgen, el fotógrafo Miki Antón o la escritora Rosa Maria Colom.TA220710038.jpg

Euphorbia Pulcherrima nº 2.

http://boek861.com/proyectos_rec/pry/0%20PROHIBIDO%20PROHIBIR%204.pdf

Reseña que Manuel Calvarro ha realizado sobre la revista objeto Euphorbia Pulcherrima nº 2.

jueves, 22 de julio de 2010

TALLER DE POESÍA VISUAL 2010


El objetivo del Taller es profundizar en la creación TALLER de poética en su vertiente experimental, estudiando la palabra en todas sus posibilidades de expresión. POESÍA EXPERIMENTAL Palabra y forma, palabra y número,palabra y sonido. y Constará de una parte teórica y de otra práctica, en POESÍA VISUAL la que trabajaremos la poesía concreta, como en la NATURALEZA campamento base, objetual, fonética, espacial o de instalación, performativa, de acción y con medios
impartido por CARLOS de GREDOS informáticos.

El Taller se va a desarrollar en el medio rural y una parte importante a tratar será la poesía visual en la naturaleza. Los ejercicios que realizaremos serán tanto con medios manuales como con el ordenador portátil, con el cual nos familiarizaremos en la Tipografía de Documentos Vectoriales con el programa Illustrator CS4.

Lugar: Ayuntamiento de Hoyocasero (Ávila). Fecha: 10 – 14 de agosto de 2010. Horario: 10 – 14 h. Participantes: 12. Solicitud:
Fecha límite: 18 de julio. Los interesados deben enviar un máximo de 5 imágenes a baja resolución o 5 poemas y escribir los motivos por los cuales quiere participar a carlosdegredos@gmail.com. Se contestará a los seleccionados el día 20 de julio. Precio: 100 € A los participantes se les expedirá un certificado de asistencia. Colaboradora: Rosa Garrido Neva. Profesora de Diseño Gráfico de la Escuela de Arte de Almería. Poeta invitado: Eduardo Scala. Como colofón del Taller presentarán en el “Cerro Gallinero. Arte y Naturaleza”, los poetas Ana Rossetti la acción colectiva “Hojas con Agujas” y Luis Luna una performance titulada “La fuga está en la rama, la sílaba es nutriente. Un homenaje a Paul Celan”.
Nace en Hoyocasero (Ávila) en 1958.Durante 1979-82 cursa estudios en la ETS deArquitectura de Madrid. En 1989 es Licenciado enBellas Artes por la Universidad Complutense.Ha recibido varios premios y becas, entre ellas,“Ayudas para Jóvenes Creadores” del Ministeriode Cultura (1988).En el año 2000, debido a una enfermedad,comienza a escribir asiduamente, habiendoterminado varios poemarios y en el 2008 publicaSÍLABA a SÍLABA. Diccionario poético. Tomo 0,en la Editorial Amargord.Participa en MAD’03. Segundo EncuentroInternacional de Arte Experimental de Madrid.Como poeta visual ha publicado en las revistasSilencios, Salamandria y Lamono. Ha participadoen la “III Vigilia Poética” del Centro de PoesíaJosé Hierro de Getafe.En el catálogo Mi lugar de nacimiento, 2007, editadopor la Junta de Castilla y León, el poeta y filólogoLuis Luna hace un estudio de sus Poemas Visualesal “Aire Libre”.En Internet ha publicado en http://www.edita-t.com/,http://boek861.com/,http://dulcearsenico.blogspot.com/
Su obra aparece en GRAMMAVISUAL 2007.Antología de Poesía Visual.Ha colaborado en LA LATA, revista objeto, conmotivo de ARCO 2008 y participado en ex!poesíaBienal de Poesía Experimental de Euskadi. 2008.Ha impartido una Clase de Poesía Experimental yPoesía Visual en la Naturaleza en la Escuela deEscritores de Madrid en los cursos 2009 y 2010.Colaboran:

Ayuntamiento deHOYOCASERO

miércoles, 21 de julio de 2010

Exposición de Fotopoemas de Agustín Calvo


POETRY SHOW



Hora
26 de julio · 20:00 - 21:00
Lugar
La Piscifactoría - Laboratorio de creación. C/ Delicias, 41 (local), Madrid
Hermaow.nos Pinzones Poetry Show
Felipe Zapico y Javier Menéndez Llamazares leerán (más o menos) sus poemas.Presenta: Jesús Urceloy

Exposición "Arte en la intimidad. Obras de Vostell en Cáceres"





martes, 20 de julio de 2010

Convocatorias de arte correo, poesía visual y estampillas de artista

Convocatoria de Arte Correo / Mail Art

Tema: Arte Povera / Reciclado / Collage
Técnica: Libre - No se aceptan materiales perecederos –
Mediadas: Postal hasta A4
Fecha Límite – Diciembre de 2010
Documentación en: http://papelcollage.blogspot.com/

Enviar a Samuel Montalvetti
Av. Rivadavia 2109 – 1º Dto 3
C1034ACA
C.A.Bs.As.
Argentina


Convocatoria de Poesía Visual

Tema: Las Formas de las Letras
Técnica Libre.
Medias. Postal Hasta A4
Fecha Límite – Diciembre de 2010
Documentación en http://poetas-visuales.blogspot.com/

Enviar a Samuel Montalvetti
Av. Rivadavia 2109 – 1º Dto 3
C1034ACA
C.A.Bs.As.
Argentina



Estampillas de Artista

Tema: Estampillas de Artista
Técnica: Libre
Medias. Postal Hasta A4
Documentación en: http://estampillasdeartista.blogspot.com/


En el mundo del Arte Postal las Estampillas de Artista son un tema excluyente, y en el intento de generar un espacio de consulta les pido a todos aquellos artistas que realizan estas joyitas que me envíen sus obras.

SAMUEL MONTALVETTI
Av. Rivadavia 2109 1 piso dto 3
C1034ACA-
C.A.Bs.As. Argentina

viernes, 16 de julio de 2010

Revista POE+, nº6.

http://revistadigitalpoeymas.blogspot.com/?spref=fb

Contemporánea











contemporánea
Apdo. Correos 120. 18080 Granada.
info@contemporanea.org
http://www.contemporanea.org

50 ARTISTAS CONTEMPORANEOS NORTEAMERICANOS
EXPONEN EN FERROL BAJO EL TITULO "USA TODAY"
EN EL CENTRO TORRENTE BALLESTER
USA TODAY
Una aproximación al Arte Norteamericano del s. XXI
del 22 de julio al 3 de octubre de 2010
Inauguración, Jueves, 22 de julio, a las 20 horas
CENTRO TORRENTE BALLESTER
C/ Concepción Arenal s/n
15401 Ferrol
Horario: Martes a sábado, de 11 a 14 horas, y de 17 a 21 horas.
Domigos, de 11 a 15 horas. Lunes cerrado.
Organiza: Centro Torrente Ballester y Concello de Ferrol
Comisarían: Mario y Alejandro Martín Pareja.
Realiza: Contemporánea.
"USA Today" es una exposición-instalación cuyo fin es aproximarse al Arte Contemporáneo Norteamericano del siglo que acaba de comenzar.
Realizada por Contemporánea y dirigida por los hermanos Mario y Alejandro Martín Pareja, la muestra explora el reciente trabajo de medio centenar de artistas visuales surgidos en la cultura independiente de la década de los 90, en torno a las escenas del skate, surf, graffiti, punk y hip hop. Incluye piezas de obra gráfica, pintura, vídeo, literatura y música. Se complementa con una instalación, "Miscelánea", compuesta por objetos y productos que dichos creadores han diseñado para conocidas marcas de moda.
Lo que empezó siendo un movimiento juvenil ha desembocado en un fenómeno social y de ahí ha saltado a la esfera artística. Muchos de estos creadores ya son considerados valores seguros en el mercado y comienzan a ejercer influencias estilísticas en las nuevas generaciones.
Teniendo en cuenta esto, "USA Today" es una guía imprescindible de la que partir para adentrarse en el Arte Norteamericano que va a inundar el imaginario colectivo en las próximas décadas.
Los artistas presentes en la exposición son: Ray Barbee, Tim Biskup, Todd Bratrud, Scott H. Bourne, Kelsey Brookes, Thomas Campbell, David Choe, Larry Clark, Richard Colman, Matt Costa, Brian Donnelly (KAWS), Cheryl Dunn, Fernando Elvira, Shepard Fairey (OBEY), Mark Gonzales, Matt Gordon, Tommy Guerrero, Steven Harrington, Evan Hecox, Ben Horton, Jim Houser, Andy Howell, Cody Hudson, Caroline Hwang, Jo Jackson, Rich Jacobs, Todd James (REAS), Andrew Jeffrey Wright, Andy Jenkins, Chris Johanson, Spike Jonze, Harmony Korine, Matt Leines, Thom Lessner, Chris Lindig, Ari Marcopoulos, Geoff McFetridge, Barry McGee, Ryan McGinness, Mike Mills, Andy Mueller, Neckface, Chris Pastras, Don Pendleton, Andrew Pommier, Steve Powers (ESPO), Clare E. Rojas, Mark Ryden, Andrew Shoultz, Jeff Soto y Ed Templeton.
Para esta itinerancia se han introducido novedades como la suite "Drypoint on acid", de Barry McGee; las series "Warm Regards" y "Chums", de Brian Donnelly (KAWS); la pieza "Doom Loop #10", de Tim Biskup; la escultura "YHWH", de Mark Ryden; las últimas creaciones de Richard Colan y Shepard Fairey (OBEY); y las últimas ediciones limitadas de ropa de David Choe (RVCA), Don Pendleton y Steven Harrington (Element).
Para el éxito de la instalación "Miscelánea" han prestado su colaboración las siguientes marcas:
ADIDAS ANTI-HERO CHOCOLATE ELEMENT EMERICA ÉS GIRL
KROOKED LAKAI OBEY RVCA SIXPACK SLAVE SKATEBOARDS
STEREO TOY MACHINE VANS VOLCOM ZERO
BIOS E INFO SOBRE ARTISTAS:
www.contemporanea.org
PARA MÁS INFORMACION Y ENTREVISTAS:
Centro Torrente Ballester
C/ Concepción Arenal, s/n
15401 Ferrol (Spain)
Hot Line: +34 981 944 188
info@centrotorrenteballester.es
www.centrotorrenteballester..es
Contemporánea
P.O.Box 120
18198 Granada (Spain)
Hot Line: +34 686 265 924
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